Mato alto é reclamação constante

Proprietários precisam manter terrenos em ordem para evitar multas e cobrança por serviço feito pela prefeitura

Publicado: 02/01/18 • 21h30
Atualizado em: 12/01/18 • 10h36

Manter os terrenos limpos e sem mato alto é fundamental para a saúde e evita a proliferação de insetos, inclusive do Aedes aegypti, transmissor da dengue. Por esses motivos, a fiscalização de terrenos não pode parar. De acordo com Samira Mustafá, gerente de Fiscalização, ela acontece de dois modos: com o mapeamento dos fiscais que ficam nas ruas e por meio de denúncias da população, que são checadas pela equipe.

Em ambas as formas, constatado o mato alto, o setor de fiscalização envia ao proprietário uma notificação com prazo de dez dias para que ele efetue a limpeza do terreno. "Passados os dez dias, vamos ao local e fotografamos, se não foi feita, nós executamos o serviço", explicou Samira. Quando é necessário que a Prefeitura realize a capina e roçagem, o valor é cobrado de acordo com a metragem do terreno. Para cada m² é cobrado 0,35 centavos, mais o valor do serviço (mão-de-obra), que varia de acordo com o tamanho, e a multa, que é de 10 Unidades Fiscais do Município (cada UFM equivale a R$ 74,68), valores-base reajustados anualmente.

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