Round 6 – o Jogo da Lula

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. Colunas
  6. /
  7. Round 6 – o...

Por Samuel M. Bertoco

Se você vive no planeta Terra já deve ter ouvido falar da nova – mais uma – série modinha: Round 6. A série coreana se tornou a mais vista da Netflix, longe da segunda colocada. Então, nesse caso, ela mereceu uma análise minha (rá).
A trama: um monte de endividado, ferrado na vida, é convidado prum jogo onde o vencedor leva uns 50 milhões. O que eles não sabem é que o jogo vale, literalmente, a vida deles. E o que sobrar – ou os que sobrarem – abocanham a bolada.

Essa trama de colocar uma galera numa arena – seja ela qual for – pra se matar até que alguém vença não é nova. Foi extrema em Jogos Mortais, foi blockbuster em Jogos Vorazes e foi ruim a maioria das outras vezes. E Round? Oscila entre o genial e o muito ruim, tem qualidades dignas de Breaking Bad e defeitos que dá vontade de jogar a TV no mato. E o saldo final é bem estranho, mas bom. E aí, depois que acaba a série a gente percebe que ela é assim mesmo…estranha e boa.

A série começa morna – chata, na real – mas é importante para conhecermos um pouco os personagens – principalmente o protagonista. É sempre nessas horas em que não precisa ser especial que a gente vê a diferença das ótimas produções americanas para as de outros lugares – La Casa de Papel sofre do mesmo problema. Aí então vemos que os tais jogos são brincadeiras de criança: Cabo de Guerra, Batatinha 123, Bolinha de Gude…a sacada é que quem perde morre, simples e terrível assim. O visual da série é outro acerto monstro. Tudo coloridinho, ou dourado demais, ou escuro demais; impactante.

O primeiro capítulo dentro da ilha onde rola a parada é ótimo, aí vai dando uma decaída…até o episódio da bolinha de gude…Jesusssss…aí sim, compreendi o hype que a série estava espalhando. Se ela não se mantém tão espetacular nos próximos episódios, consegue se manter ao menos ótima até o final. O final alias, é ambíguo, uns gostaram outros não, achei de boa.

Ah, também tem a história de um detetive que invade o lugar atrás do irmão dele, mas é ruim e não importa.

Samuel Bertoco

Samuel Bertoco

Compartilhe:

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email

VEJA TAMBÉM:

Colunas

Matando a Saudade

Memórias do Padre Zé Era o dia 5 de outubro de 1971 quando o navio “Achille Lauro” foi chegando no porto de Melbourne, onde eu

A Vida que Brota da Morte

Por Humberto Xavier Rodrigues O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João

Colunas

Uma dica essencial

Entrelinhas – Por Carla Kühlewein Imagine que, em meio à correria frenética do dia a dia, uma criança resolva parar e lhe observar com insistência.

Colunas

A Marvel engana a gente nos trailers

Por Samuel M. Bertoco Na terça-feira (16) saiu o aguardado trailer do próximo filme do Homem-Aranha. Desde quando começou a pipocar informações sobre o longa,