De Procuradorias, projetos de lei, votos e Finados

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Editorial JR – Edição: 846 – sexta-feira, 29/10/21

Olá, querido leitor e cara leitora do JR

Uma ótima notícia: Rolândia agora conta com uma Procuradoria da Mulher. O órgão foi criado dentro da Câmara Municipal na segunda-feira oficialmente para orientar e ajudar as mulheres em situação de riscos, seja por conta de violência física, psicológica ou moral. Com as duas vereadoras da Casa à frente da Procuradoria, e contando com o auxílio da advogada Iris Soraia, já experiente nesse assunto, a Câmara deve ser o lugar para o qual irão as mulheres que não têm para onde ir quando se sentirem ameaçadas pelo seu ‘companheiro’.

A notícia dessa Procuradoria de Rolândia já está correndo Paraná afora e deve servir de modelo para outros municípios da região. A proeza de colocar recursos para o órgão no orçamento do município de 2022 também foi muito elogiada em terras não rolandenses. Apesar do orçamento baixo – são R$ 30 mil para todo o ano que vem -, colocar isso no orçamento mostra o compromisso da Câmara com as mulheres e com o seu sofrimento. Vamos aguardar e torcer para que realmente tudo dê certo e essa Procuradoria cresça cada vez mais e seja muito mais influente com o passar do anos em Rolândia.

Ainda na Câmara de Rolândia, nesta semana o Executivo pediu para se retirar o ‘pedido’ de urgência do projeto que prorrogava, por um ano, o mandato dos diretores e diretoras das escolas e dos CMEIs. Esse pedido para retirar o pedido foi votado e teve 6 votos a favor e 3 contra.

Aparentemente, se o projeto fosse votado, havia o risco de ser reprovado e, portanto, a eleição de dezembro dos diretores teria que ser realizada. Do jeito que está a situação hoje, a eleição continua marcada e só não acontece se o projeto voltar à pauta e for aprovado pelos vereadores.
Será que há votos suficientes para isso na Câmara. Na segunda-feira (25), certamente não havia. Na segunda-feira que vem, quem sabe.
É a política.

Terça-feira é Dia de Finados e gostaríamos de dar nossos pêsames a todas as pessoas que têm entes queridos falecidos. Mas, especialmente, àquelas pessoas que perderam entes queridos para a Covid-19 e que foram cedo demais. Apesar deque, toda morte é cedo demais.

Boa leitura

Josiane – Editoria

José Eduardo – Editor

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