Rolândia: sem vagas, clientes buscam outras praças

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Parte das vagas de estacionamento também é ocupada por comerciantes ou funcionários de bancos e lojas; estacionamento rotativo é urgente

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Desde o fim da Zona Verde, em dezembro de 2016, estacionar nas ruas do centro de Rolândia, especialmente nas principais vias de comércio, tem se tornada cada vez mais difícil. No geral, os comerciantes consideram que o número de carros aumentou, mas o trânsito não se adequou e a falta de vagas para estacionar se tornou um problema urgente e tem afetado até a economia local. Isso porque a ausência de vagas, os consumidores acabam indo com menos frequência fazer as compras no comércio local.

O JR foi procurado por uma consumidora para falar sobre essa situação das vagas. “Eu sempre vou em lugares que têm estacionamento próprio para evitar o transtorno de falta de vagas. Tenho um bebê especial e, muitas vezes, não consigo tirá-lo do carro, então eu preciso que o veículo fique pelo menos na frente do comércio para eu poder fazer alguma coisa rápida na loja e já voltar para o carro” conta.

Por conta da necessidade de se deslocar com o filho, a consumidora afirma que tem deixado de frequentar o comércio local, justamente pela ausência de vagas. “Esses dias fui ao centro às 8h40 da manhã, as lojas e os bancos ainda não estavam abertas, e para eu tentar conseguir uma vaga rodei mais de quatro vezes, mas não consegui. Com isso, deixei de ir em quatro lojas e cheguei à conclusão que muitas vagas estavam sendo ocupadas pelos próprios comerciantes (…). Eu quase não compro em Rolândia mais, não compro porque toda vez que eu me permito ter oportunidade de gastar é um sacrifício”, garante a consumidora.

No mês de agosto desse ano, a Associação Comercial e Empresarial de Rolândia (ACIR) promoveu uma reunião com comerciantes para debater sobre esse assunto do estacionamento rotativo. Na época, o encontro contou com a participação do presidente da ACIR, Fábio Fernandes, e dos vereadores Guilherme Spanguemberg e Isaac Altino, ambos do PTB.

Diante do questionamento que chegou até o JR, o jornal falou com o presidente para saber quais são os planos para resolver essa situação, recorrente e antiga na cidade, pensando também em não afetar a economia local. “Já fizemos algumas campanhas sobre isso, e hoje não temos feito nenhuma porque nós estamos aguardando todo o desenrolar da situação de estacionamento rotativo no município”, afirmou Fábio Fernandes.

O presidente também orienta quanto a uma conscientização dos próprios proprietários das lojas, e de seus funcionários, tornando essa situação mais colaborativa. “Vale até os próprios lojistas e funcionários pegarem carona um com o outro, por exemplo, para diminuir o fluxo de carros na cidade”, sugere. Fábio também pontua que as vezes a pessoa não estaciona na frente da própria loja, mas deixa o automóvel na frente de outro comércio. “É um problema de conscientização e de respeito, inclusive, sem contar o impacto econômico direto que a cidade pode ter se as pessoas não tomarem consciência disso”, afirma.

Em Jandaia do Sul, o problema era similar ao de Rolândia. Uma campanha de conscientização foi feita pelo Núcleo Jovem da Associação Comercial daquela cidade e a situação deu uma atenuada, apesar de não ter sido resolvida.

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