Rolândia tem cesta básica no valor médio de R$ 562

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Estudo e pesquisa fizeram parte da disciplina de matemática financeira do curso de Técnico em Administração do Souza Naves

Alunos do curso Técnico em Administração do Colégio Estadual Souza Naves, de Rolândia, fizeram uma pesquisa nos maiores supermercados da cidade sobre o preço da cesta básica nacional. O estudo ocorreu sob orientação do professor Nilton Salgueiro, e foi realizado como parte da avaliação da disciplina de Matemática Financeira nos meses de julho, agosto, setembro e outubro de 2021.

A cesta básica nacional é composta por 13 itens: carne (patinho), leite, arroz, farinha, batata, tomate, pão francês, café, banana, açúcar, óleo e margarina, em quantidade suficiente para atender às necessidades nutricionais de uma pessoa adulta pelo período de 30 dias. A pesquisa foi realizada sempre na última semana de cada mês e os preços são sempre os mais baratos de cada produto.

Durante a pesquisa, os alunos pegaram o valor mínimo, que é a soma dos menores preços observados em cada item, e o valor máximo (a soma dos maiores preços observados em cada item) e a média de preços mês a mês. No mês de julho, o valor mínimo da cesta era de R$ 456,89; o máximo de R$ 636,50: uma média de R$ 528,67.

Em agosto, o menor valor encontrado foi de R$ 422,31; o maior foi de R$ 612,36 e a média ficou em R$ 481,15. No mês de setembro, os alunos verificaram que o valor mínimo da cesta era de R$ 426,46; o máximo de R$ 662,34 e a média R$ de 551,52. No último mês, em outubro, o mínimo foi de R$ 497,06; o máximo de R$ 629,17, fechando em uma média de preço de R$ 562,58.

Segundo análise dos dados da pesquisa, a redução no preço médio dos meses de julho para agosto ocorreu, principalmente, por uma queda no preço da carne. Nos demais meses, o que foi observado é um aumento constante no preço médio (14,6% de agosto para setembro e 2% de setembro para outubro), o que é uma indicação clara de inflação.

Outra característica observada foi a diminuição entre os valores dos preços mínimo e máximo, o que indica que os diversos supermercados têm diminuído a diferença entre os seus preços. Essa diferença foi de 39% em julho, 45% em agosto, 55% em setembro e, em outubro, foi de apenas 26,6%.

A carne bovina, que é utilizada na formação dos preços da cesta básica, teve uma leve queda no último mês, o que levou a um aumento menor na média geral. Tal redução se deve, provavelmente, à maior oferta do produto com a recusa de compra do produto brasileiro pelo mercado chinês. Outro fator que gera grande impacto na formação dos custos da cesta básica é o aumento do preço dos combustíveis: a gasolina, em outubro, chegou à média dos R$ 6,00 o litro em vários postos da cidade e região, gerando um crescimento de 38,4% no valor da cesta.

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