Adiada reunião do Samu em Rolândia

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O secretário de Saúde de Londrina, Gilberto Martin, cancelou a reunião que faria com o prefeito Luiz Francisconi e com a secretária de Saúde de Rolândia, Rosana Alves, para tratar da questão da manutenção do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Rolândia. A reunião estava marcada para o dia 06 de julho e Londrina iria fazer uma proposta financeira para que a ambulância do serviço continue operando em solo rolandense. “Houve um problema com a agenda do secretário de Saúde de Londrina”, explicou   Felipe Pinheiro, diretor de Urgência e Emergência em Saúde de Londrina.

O diretor, no entanto, não informou quando deve acontecer essa reunião. “Provavelmente na próxima semana”, afirmou. Pinheiro também garantiu que as negociações entre os dois municípios estão bem adiantadas. “Rolândia havia feito uma contraoferta que está em estudo no Financeiro da Saúde. O caso é que havia um erro na planilha de gasto apresentado por Rolândia. O município não estava considerando o valor total que recebe do Estado, só uma parte dele. Tudo por uma questão de interpretação de uma portaria. Nós avisamos Rolândia”, explicou o diretor.

De acordo com Felipe Pinheiro, Londrina irá repassar um percentual do que recebe dos municípios para Rolândia. Atualmente, o valor acordado é de R$ 0,36 centavos por habitante que cada município deve pagar para Londrina. Um percentual disso, do que já foi pago e do que está sendo pago, irá para Rolândia. O médico também revelou que uma nova negociação está sendo feito com os prefeitos da Amepar para se chegar a um valor per capita mais próximo do real, já que 36 centavos é insuficiente para cobrir os gastos do Samu. “Mas dentro do razoável para que as cidades possam pagar”, ressaltou.

O diretor de Urgência e Emergência em Saúde de Londrina afirmou que a negociação feita com os R$ 0,36 centavos per capita colocou uma pedra em cima dos antigos R$ 0,56 e que Londrina renunciou, dessa forma, aos valores maiores devidos pelos municípios. Rolândia ficaria, dessa maneira, apenas com o percentual (ainda a ser combinado) do que será acertado pelos municípios com Londrina. Os boletos já foram feitos e quem não pagar será cobrado judicialmente. Até duas semanas atrás, apenas três municípios haviam pago o boleto: Cambé, Florestópolis e Miraselva. Tirando Londrina e Rolândia, que são pólos, restam ainda 17 cidades inadimplentes.
Rolândia paga algo em torno de 16% de todo o sistema e Londrina responde pelos 84% restantes. O percentual que 

Londrina irá repassar para Rolândia pode girar em torno desses números também, mas o diretor Felipe Pinheiro preferiu não se arriscar a dizer.
idagencia

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