No Calçadão: Rotary Caviúna realiza testes de Hepatite neste sábado

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O Rotary Clube Rolândia Caviúna, em parceria com a Secretaria de Saúde de Rolândia, espera fazer centenas de testes de hepatite durante este sábado (13) no Calçadão de Rolândia, em frente à agência da Caixa – a ação faz parte da Campanha Hepatite Zero, lançada em nível mundial pelo clube de serviço. “Essa data foi escolhida por ser véspera do Dia dos Pais e o comércio ter horário especial. Esperamos realizar centenas de testes e assim contribuir para o diagnóstico e um tratamento precoce”, afirmou Dilma Jacinto, presidente do Rotary Caviúna. “Uma sala foi reservada para que as pessoas possam receber o resultado do exame com privacidade”, explica Fátima Cavalaro Gaffo, do Rotary.

Além dos testes, também serão dadas orientações à população sobre como evitar a doença e como proceder quando se está infectado. No dia, 28 de julho, os voluntários do clube participaram de uma ação semelhante no Centro de Especialidades, em parceria com a Secretaria de Saúde de Rolândia – foram feitos 103 testes de hepatite, dos quais um foi positivo. Dilma Jacinto faz questão de agradecer a toda equipe de enfermeiros do Centro de Especialidades de Rolândia por esse nobre trabalho e, em especial, ao gerente da Vigilância Epidemiológica, Marcelo Marques Ferreira, à secretária da Saúde, Rosana Alves, a Roberto Nascimento, por ceder a sala onde se fará a entrega do resultado. “Também ao Jornal de Rolândia e à TV Cultura pela divulgação e aos companheiros do Rotary Club de Rolândia Caviúna pela participação”, concluiu a presidente.

Sintomas 
A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV), já tendo sido chamada de “hepatite não A não B”. O vírus C, assim como o vírus causador da hepatite B, está presente no sangue. O vírus é constituído por RNA de fita simples e pertence à família Flaviviridae. 

Entre as causas de transmissão estão: transfusão de sangue; compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings; da mãe infectada para o filho durante a gravidez (mais rara); sexo sem camisinha com uma pessoa infectada (mais rara). 

Quando a infecção pelo HCV persiste por mais de seis meses, o que é comum em até 80% dos casos, caracteriza-se a evolução para a forma crônica. Cerca de 20% dos infectados cronicamente pelo HCV podem evoluir para cirrose hepática e cerca de 1% a 5% para câncer de fígado. 

O tratamento da hepatite C depende do tipo do vírus (genótipo) e do comprometimento do fígado (fibrose). Para isso, é necessária a realização de exames específicos, como biópsia hepática nos pacientes sem evidências clínicas de cirrose e exames de biologia molecular. 
idagencia

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