Hospital São Rafael promoveu ação sobre doação de órgãos

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O Hospital São Rafael promoveu uma ação de conscientização sobre a doação de órgãos, na terça-feira (27), no Calçadão central de Rolândia. A ação foi feita para marcar o Dia Nacional de Doação de Órgãos – 27 de setembro.
Janaina Chiaratti Farina, coordenadora de enfermagem do Hospital, relata que ela e mais duas enfermeiras – Vanessa Aparecida Alves da Silva e Angelita Barbosa – montaram uma tenda no Calçadão, onde fizeram aferição de pressão arterial e uma pesquisa de campo sobre a doação de órgãos. “Primeiro perguntávamos se a pessoa já ouviu falar sobre a doação de órgãos e se era a favor ou contra. Depois, se ela era doadora”, conta Janaina.

Os dados foram anotados. De 120 pessoas abordadas, 69 são favoráveis à doação e 51 contra. Segundo a enfermeira, há uma resistência maior das pessoas de idade e de quem tem crenças em alguma religião. “Depois a gente explicava como funciona a doação, porque há muitos mitos em que as pessoas acreditam, infelizmente.”

Para se tornar um doador de órgãos, basta manifestar à família sobre seu desejo. Em caso de óbito, são os familiares que decidem e autorizam a retirada dos órgãos. “É um gesto de amor, de solidariedade por parte da família, que pode ajudar a salvar outras vidas”, ressalta Janaina.

De acordo com a enfermeira, podem ser doados coração, válvula cardíaca, rins, pulmões, fígado, ossos e cartilagens, córneas e globo ocular. “O paciente não é mutilado. A retirada é uma cirurgia comum, feita como se ele estivesse vivo, para que possa ser enterrado com dignidade”, explica. Duas mil pessoas aguardam por um transplante de órgão, apenas no Paraná. Os pacientes da fila de espera recebem a doação de acordo com a urgência do caso.

No Hospital São Rafael é feita apenas a retirada de córneas e globo ocular. A captadora é a enfermeira Vanessa. Para retiradas de outros órgãos é necessária uma estrutura de alta complexidade, como em hospitais da região. Segundo Janaina, após a autorização da família, as córneas e globo ocular são retirados e a equipe da Central de Transplantes em Londrina vem até o hospital e leva para o Banco de Olhos. “Com apenas uma captação, até dois pacientes podem voltar a enxergar”, afirma. No São Rafael, há uma aceitação à doação de órgãos de 50% das famílias que perdem entes queridos.
idagencia

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