Katapulta: 35 anos de bola, “brigas” e muita amizade

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Eles se reúnem todos os sábados à tarde, faça chuva ou faça sol, para disputar o rachão de futebol suíço. As partidas são pegadas e o que não falta é reclamação: com o árbitro, com o adversário e até com o companheiro. Quem perde sai e quem ganha continua jogando. As reclamações mais exacerbadas são punidas com até uma suspensão, que tem que ser cumprida à risca. Esse é o retrato do Katapulta, um clube formado por associados e convidados e que tem mais de três décadas de história e histórias.

O clube de futebol Katapulta começou na década de 80, em Rolândia. “Começou com um bloco de carnaval”, relembra José Carlos Bizeto, participante do clube. Um grupo de amigos resolveu se reunir para bater uma bolinha no sábado à tarde. O grupo cresceu e tornou-se um time.

Os jogos eram no campo de futebol do Curtume Vanzella, mas há dois anos o Katapulta se reúne no campo do Granjeiro – as partidas devem voltar para o Vanzella em breve. Atualmente, apenas três integrantes da primeira formação continuam no clube. 
Há 21 anos no grupo, Bizeto conta que o time se renova constantemente, mas alguns jogadores “das antigas” ainda permanecem, como o presidente do clube, Adalberto Francisco, que já não joga futebol, mas é um dos fundadores da equipe.

Os jogadores se reúnem todo sábado, à tarde. Depois de jogar bola, os integrantes se divertem em um churrasco. Cada um faz uma contribuição mensal e toda semana dois participantes organizam a festa. O Katapulta conta hoje com 26 sócios e cerca de 10 integrantes convidados.



idagencia

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