Sisrol procura o Ministério Público

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O SISROL (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais) divulgou um ofício para os servidores filiados, comunicando que estão sendo tomadas todas as medidas legais para uma breve solução acerca do corte promovido na remuneração dos servidores municipais, por meio do Decreto 8.336/2016, de 28 de outubro de 2016, apresentado pelo prefeito.

Após reunião com a categoria e representantes da Câmara Municipal, o Sindicato buscou a intervenção do Ministério Público Estadual, por meio da promotora de Justiça, Lucimara Salles Ferro, na terça-feira (08). A promotora se comprometeu a intervir junto ao Departamento Jurídico e ao prefeito, para avançar nas negociações. Hoje (11), às 17h, expira o prazo solicitado pela promotora à diretoria do SISROL para que ela intervenha nas negociações junto ao prefeito.

“Aguardaremos a resposta da intervenção da promotoria, que em caso de negativa, serão providenciadas medidas enérgicas, legais e judiciais, as quais serão tomadas para o restabelecimento dos direitos dos servidores, resguardando os interesses dos servidores municipais”, enfatiza o ofício do Sindicato.

Lucimara colocou-se à disposição de todos servidores que necessitem de esclarecimentos sobre as medidas adotadas. Ela irá atender aos servidores em seu gabinete no Fórum da Justiça Estadual, das 13h às 17h. A diretoria e o departamento jurídico do SISROL estão à disposição dos servidores.

Reunião tensa no Sisrol
Na sexta-feira (04), cerca de 35 servidores e servidoras da Prefeitura de Rolândia se reuniu com a diretoria do SISROL (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rolândia) na sede do sindicato (04). Depois de ouvirem os advogados do sindicato, que conversaram com o prefeito Luiz Francisconi, os servidores quiseram saber do posicionamento do sindicato. Os vereadores João Ardigo (PSB) e Alex Santana (PSD) eram os únicos parlamentares presentes na reunião.

O encontro foi motivado pelas medidas administrativas tomadas pelo prefeito e que suspendeu pagamentos de benefícios como horas-extras e insalubridade. Isso no final de mês passado e através de decreto – os servidores foram pegos de surpresa e reclamam pelo pagamento, pelo menos, do mês de outubro, já trabalhado.

A reunião teve momentos tensos e até ataques à presidência do Sindicato. O advogado José Carlos Beffa sugeriu aos vereadores que a Câmara conversasse com o prefeito sobre o pagamento da insalubridade e das horas-extras do mês de outubro, mas a reunião não aconteceu, pois o prefeito estava em Curitiba.

O advogado trouxe todas as explicações que recebeu na prefeitura até os servidores, mas não foi bem recebido, o que é natural. “Entendo os ânimos exaltados, mas precisamos buscar entendimento antes de se falar em qualquer outra medida legal”, reforçou.   O advogado lembrou que o prefeito se comprometeu a dar um posicionamento até o dia 16 sobre o pagamento das horas-extras de outubro – cerca de R$ 80 mil – e também sobre a insalubridade.
idagencia

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