Rolândia 73 anos: A estátua

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Em 1957, Rolândia recebeu de presente da cidade de Bremem a réplica da estátua de Roland que se encontra nesta cidade alemã. Nossa réplica tem dois metros a menos que a original.

Para receber tão importante presente, a cidade organizou no final de novembro (29/11/57) uma grande festa na qual houve a participação tanto da colônia alemã radicada em Rolândia como as demais etnias. Esta grandiosa festa passou a ser um marco na história de Rolândia. Nos anos que se seguiram ela virou tradição, servindo inclusive para que a data do aniversário de Rolândia fosse transferida do mês de janeiro para novembro.

Quem observar atentamente a estátua de Roland, verá que na base da estátua, bem aos pés do Roland, encontra-se uma figura um tanto disforme. Esta figura é de um cidadão de Bremen que possuía uma deformidade física e que apesar de sua limitação foi considerado um herói para os bremeneses. Sua história não é tão cheia de façanhas como a de Roland, mas quando foi solicitado ao prefeito de Bremen, apesar de sua deformidade, realizou sua tarefa com o sacrifício da própria vida.

Quem foi

A História de “Roland” é conhecida através de uma poesia épica, também chamada de “Canção de Gesta”. Neste tipo de poesia, o autor toma por base fatos reais e os apresenta entremeados com grandes façanhas e lendas. O poema épico que tem por base as façanhas de Roland é denominado “Romance de Roncesval” ou “Chanson de Roland”. Seus principais personagens são: Roland, sobrinho do Imperador Carlos Magno, Oliveiro e o arcebispo Turpin, além do próprio Imperador.
Tendo Carlos Magno capitulado em Saragoça, em 778, atravessava os Pirineus quando a retaguarda de seu exército foi atacada e destruída pelos Bascos, morrendo Roland, governador da Marca da Bretanha (Alemanha).
A lenda, exagerando os fatos reais, conta esse combate como uma grande batalha. A parte principal é a batalha travada no desfiladeiro de Roncesval, onde 12 pares de Carlos Magno  são atacados por um exército de 400 mil sarracenos. Os 12 pares se defendem heroicamente. Apesar dos conselhos de Oliverio, Roland se recusa a tocar o corno (corneta olifonte) para chamar Carlos Magno. Quando se decide a fazê-lo, é demasiado tarde. Roland tenta defender sua espada Durandal que era considerada o símbolo da Justiça. Para que sua espada não caísse nas mãos do inimigo, Deus envia seus anjos para salvá-la. (História da Idade Média. Carvalho, Delgado).

idagencia

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