Rolândia terá carnaval sim senhor

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O presidente do Grêmio Recreativo Escola de Samba Flor do Maracujá, Paulo Sérgio Antonio, divulgou a programação da escola para o Carnaval 2017. O “esquenta” será feito no sábado (25) nos Cinco Conjuntos, na Avenida Francisco Serpeloni, a partir das 8h30, terminando no bar do Alex. Serão cerca de 200 metros de desfile com bateria e passistas. A bateria vai receber reforço de Apucarana e Arapongas e, nos cálculos do presidente, devem somar cinquenta pessoas. Na noite de domingo (26), o Grêmio vai desfilar com cerca de 45 integrantes em Arapongas. 

O desfile tradicional vai acontecer na segunda-feira (27), às 20h30, na rua Saguaragi, na Vila Oliveira. Paulo Sérgio afirmou que “esse ano a gente vai ver se consegue colocar alguma coisa para entretenimento até a escola de samba chegar, se houver atraso”. Neste ano, Paulo acredita que a escola saia com mais pessoas que em 2016. A previsão é que sejam 300 integrantes, já que só a bateria tem 50 pessoas e ele pretende colocar algumas alas. “Eu coloquei algumas fantasias e quem quiser pode pegar no pátio do Cras da Saguaragi a partir das 13 horas da segunda-feira (27)”, afirmou o presidente. O mestre-sala da Flor de Maracujá é o Danilo e a porta-bandeira é a Júlia. “Eles vêm sendo mestre-sala e porta-bandeira desde que eram criancinhas”, contou Paulo. Foi feito um convite e a Escola de Samba Unidos de Arapongas deve vir ao desfile.

Segundo ele, a escola não conseguiu trabalhar com um tema específico devido à falta de recursos. “Gostaria de fazer realmente um desfile, abordando tema com as alas certinho, com as fantasias dentro do tema, mas infelizmente a gente não tem essas condições”, explicou. Paulo tem expectativas de melhorar ainda o trabalho que a escola faz no Carnaval. “Espero que no ano que vem a gente não vai ficar só dependendo da prefeitura, do poder público não, vamos ver se a gente faz alguma coisa independente deles, se reunir, juntar forças”, afirmou. “Eu acredito que o carnaval tanto aqui quanto em outros lugares também tem que ser autossustentável”, declarou o presidente.

A escola
A Escola de Samba Flor do Maracujá existe há doze anos em Rolândia e desde sua fundação é presidido por Paulo. . Os desfiles que a escola participou não foram apenas em Rolândia, mas também em cidades da região. 
A Flor de Maracujá sobrevive de trabalho voluntário, como explicou Paulo. Ele também afirmou que há possibilidade da Escola de Samba participar do Fundo Municipal de Cultura com projetos, mas seria complicado conseguir recursos para um desfile de Carnaval. “É muito difícil, difícil por conta dos impasses na lei”, justificou. 
idagencia

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