São Rafael melhorou serviços em 2016

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A nova gestão do Hospital São Rafael, que está sob intervenção municipal, completou um ano em março. De acordo com Nilson Giraldi, um dos gestores do hospital, quando comparado os anos de 2015 e 2016, houve melhorias nos serviços e aumento nos atendimentos. No ano passado, foram internadas 4.295 pessoas – 634 a mais do que em 2015. “É como se nós tivéssemos trabalhado dois meses a mais em 2016”. O gestor do hospital justificou que o aumento nos internamentos não significa que mais pessoas estão ficando doentes, mas que os rolandenses sentem mais confiança em procurar o hospital. “A população sentiu uma melhora, mas há ainda um longo caminho”.

Em relação aos internamentos de pediatria, que aumentaram de 10 para 25 mensais em 2016, Nilson afirmou que isso “é muito pouco ainda”. Ele explicou que é preciso ter uma escala mais diversificada entre os pediatras que atendem no hospital. O gestor também ressaltou o crescimento no atendimento de ortopedia, que aumentou 58% e passou de 137 para 216 por mês. A taxa de óbitos caiu de 6,12 para 2,92 em 2016. “Estamos num índice compatível para o nosso porte”, afirmou Nilson. Já ocupação dos leitos subiu. 

Os atendimentos de cirurgias aumentaram significativamente em uma taxa de 475% no mês e as cirurgias em si também tiveram aumento em 2016. “Nós fizemos 400 cirurgias a mais ano passado”, relatou Nilson. Muitos pacientes que estavam há anos na lista de espera conseguiram realizar suas cirurgias. “Esse crescimento ele aconteceu praticamente depois de julho, nós tivemos que trazer equipe, equipamentos e materiais. A subvenção do Governo do Paraná para aquisição de medicamentos e materiais também possibilitou esse aumento”, explicou. 

A expectativa de Nilson é que os números desse ano sejam muito maiores. “Isso aqui vai ficar irrisório em 2017”, afirmou. Filas de espera como de ortopedia, ginecologia e cirurgia geral já foram zeradas. Em relação às cirurgias vasculares e otorrino, o hospital está trabalhando para retomar a fila de espera, que está parada, através de contratação de equipes médicas para realizar as cirurgias.
A taxa de cesáreas caiu de 59% para 47%. “Nós temos pactuado com o SUS que não mais de 56% dos partos sejam cesáreas”, disse o gestor. 

O hospital conseguiu comprar um novo equipamento que mede os batimentos do feto, pois o antigo estava gerando constantes manutenções. Com isso, a taxa de cesáreas deve diminuir mais, já que o médico consegue acompanhar melhor as condições do feto e da gestante.  

Atendimento humanitário
Apesar de todas as melhorias, Nilson Giraldi, um dos gestores do São Rafael, avaliou que o atendimento do hospital ainda precisa melhorar. “Estamos sempre dando orientações, reestruturamos o serviço de acolhimento, implantamos processos, só que nós precisamos ter treinamento profissional”, disse. 

Segundo Nilson, no dia 8 de março passado, a gestão do hospital começou a formular com a Faculdade Faccar um programa de treinamento para todos os colaboradores ao longo do ano. A Faccar seria a responsável por organizar os treinamentos na parte pedagógica, e o intuito é unir parceiros qualificados para treinar os profissionais em assuntos como organização de trabalho, humanização, gestão de conflitos, controle de infecçãos, limpeza, higiente de alimentos, atendimento ao público e outros. “Com isso nós projetamos um salto na qualidade”, finalizou o gestor do São Rafael.

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