Oficina de fibras de bananeira com Santim Pez na Expô 2017

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   O artesão Santim Pez, de Rolândia, promove uma oficina de artesanato com fibras da bananeira na ExpoLondrina 2017 neste sábado (1º), a partir das a partir das 13 horas. Segundo seu Santino, como é mais conhecido, as possibilidades com as fibras de bananeira são inúmeras. É possível confeccionar bolsas, chapéus, bonés, cintos, chinelos, sandálias, tapetes, cachecóis, redes, cortinas, além de diversos objetos de decoração. O acabamento das peças é feito com verniz e tintas especiais. O objetivo da oficina, segundo o artesão, é passar conhecimento para as pessoas e criar uma fonte de renda.
   Ainda no sábado, na mesma Fazendinha, haverá apresentação dos grupos Rotkappen e Weisser Schwan a partir das 15 horas. No mesmo local, a família Steidle, da Fazenda Bimini, estará com as latas que podem ser colocadas sob os pés para se andar – aquele brinquedo de criança antigo. Degustações também acontecerão neste sábado (1º), a partir das 16 horas, com as bolachas alemãs do Oma’s e as geleias da Marabu.
   Ainda na Fazendinha, há o espaço Armazém do Campo, organizado pela Emater. Nesse Armazém, as produtoras rurais Takako Otaki, Neuza Iwase, e Marisa e Jaqueline Saldeira extarão com seus produtos à venda.
    Na terça-feira (04), a artesã Rosalva Igarashi será a anfitriã na Oficina em palha de milho. O curso começa às 13 horas e deve seguir até as 15h30. Na sexta-feira (07), é a vez do artista plástico Edson Massuci iniciar a sua oficina de arte em papel, a partir das 15h30. As inscrições para essas oficinas são gratuitas e podem ser feitas no site da ExpoLondrina 2017.

História
   Santim Pez tem 75 anos e é casado com Tercila Catarina Dal Poço, com quem tem um filho. Ele nasceu em Marapuama (SP), no dia 21 de agosto de 1941. Seu Santino foi criado no campo, onde aprendeu a trabalhar com seu pai. Aos 19 anos, ele foi para o seminário, mas abandonou a batina anos depois.
   Ele conta que começou a se interessar pelo artesanato em uma viagem de Porto Velho pa-ra São Paulo, quando viu um hippie fazendo artesanato no aeroporto. Depois disso, aprendeu crochê com sua mãe.
   O artesão morou em diversas cidades, em todas as regiões brasileiras. Há 17 anos mora no Paraná. O artesanato com fibras de bananeira começou a fazer parte da vida de Santim há aproximadamente 10 anos, quando ele morava em Mandaguari. Em outubro, o artesão completa um ano de moradia em Rolândia, onde pretende continuar para ficar perto do filho.
   Seu Santino faz peças para venda. Quem se interessar por seu trabalho pode entrar em contato com ele pelo telefone (43) 9872-2690.

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