Polícia prende 8 pessoas em Rolândia

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    Uma ação de policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos de Cascavel e da delegacia de Rolândia prendeu oito pessoas (7 mulheres) em Rolândia na manhã desta quarta-feira (20). No total, cerca de 40 policiais cumpriram 10 mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão por extorsão e associação criminosa. Dois dos alvos da ação já estavam presos.

    Na Operação foram presos Mateus Henrique de Andrade, Daiane Cristina dos Reis, Maria Alice Alves da Costa, Lisandra Gabriele Silva Sales, Gabriele Fernanda Daré Pedro, Gesiane Lial da Silva, Samara Caroline de Assis e Carla Munique Daré Pedro.

    De acordo com a delegada de Cascavel, Ana Cristina Ferreira Silva, a investigação começou em São Miguel do Iguaçu há cerca de um mês. “Conseguimos identificar 10 pessoas envolvidas em extorsão aqui na cidade de Rolândia”, afirmou a delegada. “Os dois presos na cadeira, com informações recolhidas nas redes sociais de furtos ou roubos de carro, ligavam para as vítimas e simulavam estar com os veículos”, revelou a delegada.

    Ainda segundo Ana Cristina, era solicitado que um valor fosse depositado em determinada conta corrente. “Esses valores eram entre R$ 200 e R$ 5 mil. As pessoas que foram presas hoje são as que recebem esse dinheiro em suas contas e, portanto, fazem parte dessa organização criminosa. Imediatamente após o depósito, o dinheiro era sacado”, ressaltou a delegada.

    O delegado de Rolândia, Bruno Silva Rocha, revelou que a operação começou a ser montada em torno das 5 horas da manhã. “Iniciamos as diligências às 5h30 e terminamos em torno das 9h30. Foram quatro horas de operação e com 100% de sucesso, já que todos os mandados foram cumpridos e todos estão presos”, afirmou Bruno Rocha.

    Os delegados foram unânimes em aconselhar o que se deve fazer quando receber um telefonema desse ou de outro tipo de golpe. “Procurar imediatamente a polícia, mesmo que o número do telefone não apareça”, ressaltou o delegado Bruno Rocha. A Polícia também pediu a quebra do sigilo bancário das contas dos envolvidos para apurar o valor total dos golpes aplicados por essa quadrilha rolandense.

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