MP recomenda que Garcia volte a ter os horários normais

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    Após denúncias de superlotações estarem ocorrendo dentro dos transportes metropolitanos da empresa Viação Garcia, o Ministério Público de Rolândia enviou uma recomendação à empresa solicitando que os horários e a quantidade de ônibus vigentes na época pré-pandemia da Covid sejam restaurados. Segundo a promotora Lucimara Ferro, a empresa já havia sido notificada por um ofício há cerca de duas semanas, mas, na ocasião justificou que não iriam restabelecer os horários que tinham anteriormente, pois não havia tal necessidade.

    O MP deu o prazo de 48 horas para que a empresa adote as providências determinadas na recomendação. Caso isso não aconteça, o Ministério Público irá entrar com uma ação contra a Garcia solicitando o ajuste imediato de frota integral de ônibus intermunicipais na linha Rolândia/Londrina e Londrina/Rolândia. A recomendação também aborda a questão da disponibilidade do álcool 70% para os usuários, informações sobre a importância do uso de máscaras, limpeza dos veículos, do sistema de ar-condicionado…

    Segundo a promotora, diversas denúncias de situação de aglomeração foram registradas pelos usuários do transporte. Levando em consideração o retorno das atividades comerciais em ambos municípios, a superlotação está gerando preocupações nas pessoas que precisam utilizar os ônibus devido ao sério risco de contaminação e exposição ao novo coronavírus. “A situação é bem preocupante e até mesmo o Procon já foi acionado”, relatou Lucimara Ferro. A promotora também foi avisada da situação através de um ofício do presidente da Câmara de Rolândia, Alex Santana, datado no dia 11 de maio.

    A recomendação para o retorno das linhas também partiu das Promotorias de Justiça de Londrina (7ª), Ibiporã (1ª) e Cambé (4ª), locais em que os serviços foram restaurados. A autorização para redução da oferta de ônibus prevista na tabela oficial de horários foi concedida por conta da queda do número de pessoas em circulação causada pelo isolamento social decorrente da pandemia de coronavírus (Covid-19), mas com o retorno das atividades na maioria das cidades, ainda que de forma reduzida, a questão se tornou um problema.

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