Editorial – Edição: 798 – sexta-feira, 23-10-20

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    Olá, leitor e leitora do JR

    Assim como o racismo, o machismo está incrustado em nós, em nossas entranhas. Crescemos em um ambiente e mundo machista e não percebemos o quanto temos que mudar. 

    Mudar a cabeça de um machista, assim como a minha, é um exercício diário e que deve ser feito a todo momento. 

    Quando achamos  que nossos pensamentos e opiniões machistas estão exterminadas, lá vem uma palavra ou pensamento que mostra o quanto somos assombrados por isso. Que mostra o quanto fomos, e somos, influenciados por esse mundo em que apenas a opinião do homem é válida.

    Nessa semana, eu, José Eduardo, fui fazer uma live convidado pelo diretor do colégio Souza Naves, José Ricardo. O diretor queria falar sobre as aulas online e sobre os alunos que não têm assistido às aulas e nem feito as tarefas impressas.

    Ao entrar ao vivo, soltei essa pérola: “Um assunto que as mães dos alunos deveriam saber”. As mães… As mães. Na sequência, segundos depois, emendei que os pais deveriam ficar atentos. Ok… 

    O caso é que nem havia percebido que havia falado “mães”. A palavra, e o machismo escrachado nela, veio à tona naturalmente. Ainda bem que quem se importa comigo e com quem eu me importo, viu e me chamou a atenção para a bobagem feita.

    Como disse, para mudar a cabeça machista leva tempo e o machismo dormita, dormita e acorda ao menor ruído.
Então, peço desculpas às mulheres e às “minhas” mulheres. Aprendo a cada dia e espero sempre aprender mais.
 
Nesta edição, são cinco matérias com Realidade Aumentada. 

Boa leitura e bons vídeos.

Josiane Rodrigues
Editora

José Eduardo
Editor

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