A situação da Covid nas escolas municipais

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    O JR conversou com a secretária de Educação de Rolândia, Leise Camargo, para tratar da questão da reabertura híbrida que tem ocorrido nas instituições de educação do município, nesse período ainda pandêmico. Conforme informado pela secretária, na orientação junto aos diretores de escolas municipais que ocorreu com a Vigilância Epidemiológica, um dos locais mais seguros ainda é escola.

    “Claro que esse ambiente se torna seguro desde que tenha o distanciamento de pelo menos um metro, com todos sempre usando máscara e usando o álcool gel. O que eu posso dizer, pelas instituições municipais, é que no geral os pais comunicam quando a criança tem sintomas, ou se já teve um contato com a turma, todas elas são afastadas e eles ficam 10 dias sem frequentar as aulas presenciais que já ocorre no modelo híbrido”, explicou Leise.

    Até a última quinta-feira, conforme relatado pela secretária, o município contabilizou dois casos positivos de alunos. “Tivemos também dois casos de funcionários e quatro casos confirmados de professores que estou sabendo até o momento. São dados imprecisos, pois as vezes as pessoas não comunicam a contaminação. Elas não são obrigadas a isso”, informou a secretaria. 

    A secretária reforçou que os protocolos estão sendo seguidos dentro das escolas municipais e dos Centros de Educação Infantil (CMEIS), e que sempre que surge algum caso, alguma dúvida, ou alguma suspeita os diretores procuram seguir todos os protocolos e as orientações do setor de saúde. “Eles procuram a Comissão de Protocolo bem como o Conselho Escolar e seguem as orientações as informações, e tudo que está previsto no protocolo que o setor da vigilância já nos passou”, afirmou.

    A secretária reforçou que se houver a necessidade de um novo fechamento, o órgão vai agir dessa forma, mas diante do que tem sido acompanhando até então, não houve essa necessidade ainda. “Reforçamos também estamos sempre atentos e sempre conversamos com as famílias para não colocarmos ninguém em risco. Em todas as escolas sejam públicas, ou particulares, há os protocolos para seguir. De fato, estamos tendo um aumento dos casos no município, e por isso devemos continuar a tomar muito cuidado”, orientou.

    A secretária também revelou que o órgão recebeu uma resolução da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para que pudessem aumentar o número de alunos nas salas de aula, no entanto, eles seguraram essa situação um pouco por conta do decreto municipal. “A tendência é que se aumente o número de crianças estudando, pois precisamos também pensar nessa volta da rotina normal. Acima disso, o que precisa de fato é que a população se conscientize quanto aos cuidados, principalmente quando se reúnem para realizar festas, que é onde existe o maior risco, pois ninguém quase usa máscara”, concluiu a secretária de Educação.

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