Covid: há um ano, primeira rolandense era vacinada

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Um ano depois e já com três doses do imunizante, a técnica de enfermagem Dilvanda Cândida de Oliveira conversou com o JR

O início da vacinação contra a Covid-19 em Rolândia completa um ano nesta quinta-feira (20). Exatamente um ano atrás, o município, por meio da Secretaria de Saúde, começou a vacinar a sua população. A primeira pessoa a receber a vacina na cidade foi a técnica em enfermagem Dilvanda Cândida de Oliveira (55). Logo após, outros profissionais de saúde foram imunizados, além de idosos, público-alvo da primeira fase da imunização.

Na época, Rolândia havia recibo 573 doses da vacina Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Butantan, de São Paulo. Dilvanda, que trabalha no Samu há mais de 8 anos e está há 30 anos na Saúde rolandense, é natural de Alto Piquiri (PR), mora no conjunto Kasato Maru.

“Para mim, foi muito importante ser a primeira pessoa a receber a dose em Rolândia. Não tive nenhum tipo de reação, e tudo foi muito tranquilo. Já tomei a segunda dose, e também a terceira. E em todas, não tive nenhuma reação. Em todo esse período continuo por aí trabalhando de frente, cara a cara com o vírus”, pontuou.

A técnica comentou que até hoje é reconhecida por ter sido a primeira rolandense a ser imunizada. “Até hoje, um ano depois de ter tomado a primeira dose, ainda sou reconhecida. Como vivo entrando dentro das casas e socorrendo as pessoas, muitas ainda olham para mim e me perguntam se não a primeira vacinada. Acho isso muito legal e gratificante e agradeço pelo reconhecimento das pessoas”, compartilha.

A profissional comentou sobre como estava a questão das mortes em decorrência do vírus no ano passado, que nesse período, já contabilizava 80 óbitos em Rolândia. “Depois que a maioria da população foi vacinada deu uma diminuída bem grande nos óbitos. Infelizmente, estamos novamente com um índice alto de infecções, após esse período de festas e porque muitas pessoas não tomaram cuidado, mas os óbitos diminuíram muito”, ressaltou.

Dilvanda também lembrou da porcentagem de pessoas, que por algum motivo, ainda não foram vacinadas e o quanto isso prejudica toda a sociedade, que ainda está sofrendo com a proliferação do vírus, bem como, suas variantes, como é o caso da Ômicrom. “É muito importante que todos se vacinem, pois só a vacina pode ir eliminando o vírus. O que a vacina não alcança a gente deve fazer, que é no quesito de se cuidar e se prevenir. Continuar com máscara, lavando as mãos com água e sabão e fazendo a higienização com álcool”, lembrou.

Nesta sexta-feira, Rolândia também dará início à vacinação de crianças de 05 a 11 anos. “Levem os seus filhos para vacinar, tenho três netas, todas de 12 anos, e todas já tomaram a primeira dose, e estão todas ansiosas para tomar segunda. Nenhuma delas teve reação, é muito importante que as crianças também sejam vacinadas”, alerta.

Por fim, ela abordou um assunto que sempre vem sendo comentado por pessoas que ainda duvidam da eficácia das vacinas. “Nós, que trabalhamos frente à frente com o vírus, percebemos que, mesmo vacinado, pode-se contrair o vírus. Só que você não vai parar dentro de uma UTI, e isso já é uma grande vantagem, por isso, por favor, não deixe de tomar a vacina”, pede a profissional.

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